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Artigo Científico desenvolvido na Pós-Graduação em Estética

MICROAGULHAMENTO ASSOCIADO À VITAMINA C NO REJUVENESCIMENTO FACIAL

 

Luana Santos¹

Isadora G. Splicido Lo Turco²

¹ Pós-Graduada em Estética Facial e Corporal – Habilitação Clínica, Docência e Gestão FATEG/EUROAMÉRICA.

² Especialista em Fisioterapia Dermatofuncional. Orientadora da pesquisa.

RESUMO: O objetivo desse estudo é verificar através de revisão bibliográfica a eficiência do microagulhamento associado à vitamina C no tratamento facial de rejuvenescimento. Como metodologia foi utilizada pesquisa descritiva exploratória, sendo utilizado como critério de inclusão materiais bibliográficos com o tema proposto de artigos publicados com textos em idiomas, português e inglês, datados de 2003 a 2017. A pele passa constantemente por alterações e degenerações, por tanto é necessário induzir a pele uma nova síntese de colágeno. Com a técnica do microagulhamento provoca-se um estimulo inflamatório local onde há o aumento da proliferação celular e consequentemente a síntese de colágeno e elastina. O microagulhamento pode ser utilizado também para aumentar a permeabilidade de ativos, como a vitamina C, que tem como principal função a ação antioxidante auxiliando assim no rejuvenescimento facial. A literatura pesquisada evidenciou que o microagulhamento associado à vitamina C possui efeito positivo contra o envelhecimento cutâneo, pois, auxilia na permeação do ácido ascórbico atingindo uma camada mais profunda da pele facilitando assim a ação antioxidante e a síntese de colágeno, devido ao estimulo inflamatório ocasionado pelo microagulhamento.

Palavras Chaves: Colágeno. Envelhecimento Cutâneo.  Microagulhamento. Rejuvenescimento. Vitamina C.

  1. INTRODUÇÃO

Em um mundo cada vez mais globalizado e competitivo, a aparência física tem se tornado um aspecto de grande importância. O conceito de beleza está vigorosamente associado a uma pele jovem, livre de rugas e manchas, aumentando gradativamente a procura por tratamentos de rejuvenescimento no qual a estética vem se aperfeiçoando ao longo dos anos (GARCIA; LIMA; BOMFIM, 2017).

O processo de envelhecimento cutâneo é caracterizado por um conjunto de alterações que ocorrem no decorrer da vida, sendo subdivido em envelhecimento intrínseco e extrínseco. O envelhecimento intrínseco ocorre com o decorrer dos anos, é um processo natural e não pode ser evitável. Já o extrínseco ocorre devido às agressões do meio externo, como exposição aos raios solares, tabagismo e hábitos alimentares (SANTOS, 2013; OLIVEIRA, 2016; OLIVEIRA; BRITO; SANTIS, 2016).

Para tanto, é necessário induzir a pele que já sofreu com os efeitos do envelhecimento uma nova síntese de colágeno. A proposta do microagulhamento é induzir a produção de colágeno através de um estímulo mecânico, que provocará um estímulo inflamatório local, aumentando a proliferação celular e consequentemente a síntese de colágeno e elastina (GARCIA; LIMA; BOMFIM, 2017; LIMA; SOUZA; GRIGNOLI, 2015).

O microagulhamento também pode ser utilizado como potencializador da permeação de ativos, como a vitamina C. Conhecida como ácido ascórbico atua no combate ao envelhecimento cutâneo, em virtude da sua função antioxidante. É uma vitamina essencial na formação de fibras colágenas existentes no tecido, importante na defesa do organismo e na integridade das paredes dos vasos sanguíneos (AZULAY et al., 2003; GARCIA; LIMA; BOMBIM, 2017).

O objetivo desse estudo é verificar através de revisão bibliográfica a eficiência do microagulhamento associado à vitamina C no tratamento facial de rejuvenescimento.

  1. REVISÃO DA LITERATURA

2.1 REJUVENESCIMENTO

Envelhecer é a diminuição geral das funções do organismo, é um processo natural, fisiológico, progressivo e irreversível que decorre a partir do momento em que nascemos. A pele é o órgão do corpo humano que mais revela o envelhecimento, por ser um órgão de superfície que sofre agressões do meio ambiente (PEREIRA, 2013; SOUSA, 2016; CAMPOS et al., 2015).

O envelhecimento da pele é caracterizado por alterações celulares e moleculares devido à diminuição progressiva da capacidade de homeostase do organismo que gera inatividade ou até mesmo a morte celular (GARCIA; LIMA; BOMFIM, 2017).

Com a progressão do envelhecimento, as multiplicações celulares diminuem, os fibroblastos retardam suas funções e consequentemente causam uma desorganização na matriz extracelular, que está relacionada com a diminuição da função dos componentes do tecido conjuntivo, no qual compromete a atividade e a síntese de proteínas importantes como o colágeno e elastina, que garante a elasticidade e resistência da pele (OLIVEIRA, 2016; SANTOS, 2013).

As alterações fisiológicas do envelhecimento começam a ser mais evidentes a partir dos trinta anos. Sendo os principais sinais a pele seca, rugas, ptose, hipercromias e perda de luminosidade. O envelhecimento é subdivido em dois, o intrínseco e o extrínseco que pode estar relacionado a causas genéticas ou influências ambientais (SANTOS, 2013; MALGAREZI, 2009; GARCIA; LIMA; BOMFIM, 2017; SOUSA, 2016).

O envelhecimento intrínseco ou cronológico é o relógio biológico das células, e não pode ser evitado, gera uma série de mudanças no corpo com o decorrer dos anos, ou seja, é um processo natural do organismo (ZARPELÃO, 2015; OLIVEIRA; BRITO; SANTOS, 2016).

Já o envelhecimento extrínseco é estimulado por fatores externos, que surgem ao longo prazo decorrente do acumulo das agressões do meio externo, esse processo ocorre por decorrências à exposição da irradiação solar, tabagismo, estresse, álcool, poluição e hábitos alimentares (ZARPELÃO, 2015; SOUSA, 2016).

Com o avanço da idade ocorre o declínio das funções do tecido conjuntivo. O tecido torna-se gradualmente mais rígido, juntamente ocorre à diminuição da gordura subcutânea, aliada a diminuição da velocidade de troca de oxigenação dos tecidos que ocasiona o aparecimento de rugas, desidratação e atrofia da pele (GARCIA; LIMA; BOMFIM, 2017; OLIVEIRA; BRITO; SANTIS, 2016; SOUSA, 2016).

A utilização de FPS, prevenção contra os danos causados pela radiação UVA e UVB, tratamentos que neutralizam os radicais livres com uso de antioxidantes, aumento da síntese de colágeno e elastina são maneiras eficazes de prevenção do envelhecimento cutâneo (GARCIA; LIMA; BOMFIM, 2017).

2.2 MICROAGULHAMENTO

Na atualidade a procura por uma pele com aspecto saudável, viçosa, livre de manchas e cicatrizes de acne ou qualquer outra disfunção estética tem aumentado muito, devido ao padrão de beleza imposto pela sociedade. O microagulhamento tem sido um dos tratamentos estéticos mais procurados, sendo uma opção para o tratamento de diversas disfunções (LIMA; SOUZA; GRIGNOLI, 2015; DODDABALLAPUR, 2009).

O primeiro relato da técnica foi em 1960 na França, considerado como Nappage que se tratava de pequenas incisões na pele com administração de fármacos tendo como objetivo um rejuvenescimento facial. Em 1995 Orentrich utilizou agulhas para estimulação de colágeno no tratamento de rugas e cicatrizes conhecido como subcision (GARCIA, 2013).

Já em 1997 Camirad e Doucet descreveu o uso da dermoabrasão com agulhas utilizando uma pistola de tatuagem para cicatrizes. Então em 2006 Fernandes, desenvolveu a técnica de Indução Percutânea de Colágeno (TIC) no qual utiliza um rolo com agulhas de aço com intuito de melhorar as rugas finas e cicatrizes (DODDABALLAPUR, 2009; LIMA; SOUZA; GRIGNOLLI, 2015).

O microagulhamento tem como objetivo induzir a produção de colágeno através de um aparelho em forma de rolo composto por micro agulhas. Essas micro agulhas fazem pequenas perfurações na pele podendo atingir até a camada mais profunda conhecida como derme, desencadeando um estimulo inflamatório local, aumentando a proliferação celular, resultando no aumento da síntese de colágeno, elastina e outras substâncias produzidas no tecido restituindo a integridade da pele (PIATTI, 2013; KLAYN; LIMANA; MORAES, 2013; DODDABALLAPUR, 2009; LIMA; SOUZA; GRIGNOLLI, 2015).

É uma técnica simples e com o custo relativamente baixo, realizada nos tratamentos de cicatrizes, estrias, rugas, celulite, alopecias, flacidez e para rejuvenescimento. Outra função é potencializar a permeação de ativos cosméticos (KLAYN; LIMANA; MORAES, 2013; GARCIA, 2013; PIATTI, 2013).

2.2.1 FASES DA CICATRIZAÇÃO

A indução percutânea de colágeno inicia-se com a perda da integridade da barreira cutânea, ocorrendo à dissociação dos queratinócitos assim liberando citocinas como interleucina – 8 (IL-8), interleucina – 6 (IL-6), TNF – α, GM-CSF e interleucina -1ª (IL-1 α), na qual resultará na vasodilatação dérmica e migração dos queratinócitos para restaurar o dano epidérmico (LIMA; LIMA; TAKANO, 2013).

A partir da lesão causada, inicia-se um processo inflamatório de cicatrização que é dividida em três fases: injúria, cicatrização e maturação (LIMA; LIMA; TAKANO, 2013).

Na primeira fase, injúria ocorre à liberação das plaquetas e neutrófilos responsáveis pela liberação dos fatores de crescimento que possui ação sobre os queratinócitos e fibroblastos, como os fatores de crescimento de transformação α e β (TGF-α TGF-β), fator de crescimento derivados das plaquetas (PDGF), proteína III ativadores do tecido conjuntivo e fator de crescimento do tecido conjuntivo (MATOS, 2014; LIMA; LIMA; TAKANO, 2013).

A segunda fase da cicatrização ocorre a proliferação celular, ou seja, ocorre a troca de neutrófilos por monócitos e ocorrendo a angiogênese, epitelização e a proliferação dos fibroblastos subsequente a produção de colágeno tipo III, elastina, glicosaminoglicanos e proteoglicanos. Simultaneamente os fatores de crescimento dos fibroblastos (TGF-α) (TGF- β) são secretados pelos monócitos. Aproximadamente após cinco dias da injúria a matriz de fibronectina está formada, possibilitando o deposito de colágeno abaixo da camada basal epidérmica (LIMA; LIMA; TAKANO, 2013).

Por fim a terceira fase ou a fase de maturação, em que ocorre o processo de troca de colágeno tipo III para o colágeno tipo I que é mais duradouro, podendo permanecer no prazo de cinco a sete anos (LIMA; LIMA; TAKANO, 2013).

2.3 VITAMINA C

A vitamina C ou ácido ascórbico (AA) é uma vitamina hidrossolúvel e termo lábil. É essencial para formação das fibras colágenas existentes nos tecidos do corpo humano, importante na defesa do organismo e fundamental na integridade das paredes dos vasos sanguíneos. A vitamina C possui atividade antioxidante, despigmentante, foto rejuvenescedora, reduz os sinais do foto envelhecimento, melhora a textura da epiderme e combate rugas (AZULAY et al., 2003; CAYE et al., 2008).

Atualmente existe um grande aumento do uso de AA e seus derivados em produtos cosméticos com a finalidade clareadora, antioxidante e da síntese de colágeno. A vitamina C tópica interfere nas fibras colágenas, na proliferação celular e na síntese de colágeno tipo I e III pelos fibroblastos (AZULAY et al., 2003; CAYE et al., 2008).

2.3.1 MECANISMO DE AÇÃO

O ácido ascórbico é fundamental para o funcionamento das células, e é evidente no tecido conjuntivo durante a formação de colágeno, responsável pela firmeza e elasticidade cutânea. A vitamina C funciona como cofator de duas enzimas essenciais na biossíntese do colágeno. A lise e a propil hidroxilase que catalisam a hidroxilação dos resíduos propril e lisil nos polipeptídios colágenos, alterações pós-translacionas permitem à produção e elasticidade do colágeno em tripla hélice, sua subsequente secreção na superfície extracelular como procolágeno. O procolágeno é alterado em tropocolágeno, por combinações espontâneas das moléculas tropocolágenas que regula a produção da tripa hélice, da expulsão do procolágeno e do cross-linkg do tropocolágeno (AZULAY et al., 2003).

A vitamina C preserva a oxidação do ferro, sendo assim, protege as enzimas contra a auto inativação e provoca a síntese de trama colágena madura e normal por meio da perfeita maturação das enzimas lisil e propril hidroxilases. Além disso, a vitamina C regula a síntese de colágeno I e III através dos fibroblastos dérmicos (OLIVEIRA; BRITO; SANTIS, 2016; AZULAY et al., 2003).

Antioxidantes referem-se a substâncias que tem propriedades em diminuir ou bloquear as reações de oxidação induzidas pelos radicais livres (CAYE et al., 2008).

A pele por sua vez fica exposta a radicais livres já que tem como função proteger o organismo do meio. Os radicais livres são moléculas altamente reativas, o seu potencial prejudicial pode ser neutralizado por meio de substâncias antioxidantes na pele, tais como vitamina C. O uso tópico da vitamina C pode funcionar como fotoprotetor biológico contra radicais livres, por destruir as vitaminas em primeiro lugar, antes do DNA, as proteínas e outras moléculas importantes (AZUALY et al., 2003).

Com isso a utilização da vitamina C em produtos cosméticos para os tratamentos estéticos é benéfica, pois um único princípio ativo apresenta diversas propriedades, resultando em uma melhora significativa em diferentes afecções cutâneas (OLIVEIRA; BRITO; SANTIS, 2016).

  1. METODOLOGIA

O presente trabalho tem como metodologia pesquisa descritiva exploratória que se refere à revisão bibliográfica abordando o tema microagulhamento associado à vitamina C no rejuvenescimento facial.

A pesquisa descritiva objetiva conhecer e interpretar a realidade sem interferir ou modificar. Pode-se dizer que observa fenômenos procurando descreve-los, classifica-los e interpreta-los (VIEIRA, 2003).

Foram utilizados como critério de inclusão materiais bibliográficos com o tema proposto de artigos publicados à base de dados indexadas tais como SciElo (Scientific Eletronic Library Online), Lilacs (Literatura Latino-Americana e do Caribe em ciências e saúde), PubMed, Google Acadêmico, com textos em idiomas português e inglês datados de 2003 à 2017, sendo pesquisados a partir das seguintes palavras chaves: microagulhamento, vitamina C, envelhecimento cutâneo, rejuvenescimento.

  1. DISCUSSÃO

A pele passa constantemente por alterações por ser um órgão de superfície e estar exposta a adversidades do meio, provocando assim o envelhecimento cutâneo para tanto é necessário induzi-la uma nova síntese de colágeno amenizando os sinais do envelhecimento. A proposta do microagulhamento é gerar múltiplas micropunturas, estimulando o processo inflamatório resultando na produção de colágeno e elastina (GARCIA; LIMA; BOMFIM, 2017).

Segundo Negrão (2015), a técnica de microagulhamento age estimulando a produção de colágeno através da resposta ao processo inflamatório. Ao rolar o equipamento sobre a pele, microcanais são formados, com isso a permeação das formulações é muito mais eficaz e rápida.

Ainda segundo Negrão (2015), o objetivo do microagulhamento é provocar o processo inflamatório, logo após a lesão um conjunto de células lábeis e estáveis são estimuladas a proliferarem para substituir as células lesionadas. Estes estímulos são mediadores químicos e fatores de crescimento. O processo inflamatório, ativa os fibroblastos que são responsáveis pela produção de colágeno. Após esse evento inicia-se o processo de reparação.

O microagulhamento pode ser utilizado como condutor de ativos como a vitamina C, facilitando sua permeação na pele e obtendo melhores resultados (GARCIA; LIMA; BOMFIM, 2017).

Para Lima, Souza e Grignoli (2015), o uso da técnica de microagulhamento mesmo aquele que apenas estimula a produção de colágeno é eficaz nos tratamentos estéticos. Já no tratamento do microagulhamento associado à permeação de ativos os resultados podem ser otimizados.

Para Garcia, Lima e Bomfim (2017), a vitamina C tópica possui ação antioxidante contra radicais livres, aumenta a elasticidade e firmeza da pele mediante a síntese de fibras colágenas e tem ação na redução da síntese de melanina.

Lima, Lima e Takano (2013), observaram que o uso do microagulhamento como forma veicular da vitamina C promove uma melhora na coloração tecidual, textura e brilho da pele atuando sobre o rejuvenescimento facial, tendo resultados positivos também sobre a flacidez e rugas já que o microagulhamento proporciona a produção de colágeno.

Para Bergmann, Bergmann e Silva (2014), o microagulhamento também se mostrou eficaz no tratamento de melasma e envelhecimento associando ao uso de ativos cosméticos. Concluíram que o microagulhamento associado a fatores de crescimento, intercalando com peeling de ácido retinoico a 5%, hidratação da pele com gluconolactona a 20%, máscara de vitamina C, uso de creme noturno e filtro solar FPS 50 observaram resultado significativo nas duas disfunções, no entanto, são necessários mais estudos sobre associações dessa técnica, visto que foi realizado apenas um estudo de caso.

Como observado, a literatura sobre microagulhamento associado a vitamina C é muito escassa, porém, ao identificar os benefícios causados pela técnica associada aos benefícios da vitamina C pode-se obter resultados satisfatórios ao rejuvenescimento facial.

  1. CONCLUSÃO

A literatura pesquisada evidenciou que o microagulhamento associado à vitamina C possui efeito positivo contra o envelhecimento cutâneo. O microagulhamento auxilia na permeação do ácido ascórbico atingindo uma camada mais profunda da pele facilitando assim a ação antioxidante e a síntese de colágeno devido ao estimulo inflamatório ocasionado pelo microagulhamento, contribuindo para uma melhora significativa no processo de rejuvenescimento. Mostrou-se um tratamento eficaz, inovador e passível de ser utilizado para diversas disfunções estéticas quando o objetivo é o estimulo de colágeno.

A técnica de microagulhamento associada a vitamina C se mostrou eficaz para reduzir marcas causadas pelo envelhecimento devolvendo a vitalidade da pele.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

 

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