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COSMETOLOGIA APLICADA: A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DA COSMETOLOGIA PARA A ÁREA DA ESTÉTICA

COSMETOLOGIA APLICADA: A IMPORTÂNCIA DO
CONHECIMENTO DA COSMETOLOGIA PARA A ÁREA DA
ESTÉTICA

APPLIED COSMETOLOGY: THE IMPORTANCE OF THE
KNOWLEDGE OF COSMETOLOGY FOR THE AREA OF
AESTHETICS

Cíntia Karine Ramalho Persegona¹
Gysella Santana²

¹ Pós-Graduanda em Estética Facial e Corporal – Habilitação Clínica, Docência e Gestão
FACLIONS/EUROAMÉRICA.
2 Especialista em Cosmetologia; Farmacêutica-Bioquímica; Orientadora da Pesquisa

RESUMO: A Cosmetologia é a ciência que estuda os diversos e mais variados produtos cosméticos, desde a sua preparação, comercialização e aplicação. Esse desenvolvimento vem crescendo intensamente, em ritmos cada vez mais acelerados sofrendo diversas transformações. Os consumidores encontram-se cada vez mais exigentes, as leis ambientais tendem a suscitar avanços nunca antes imaginados e o Ministério da Saúde dos países, por sua vez, estão criando legislações que pressionam os fabricantes a fazerem ensaios comprobatórios mais claros quanto à eficácia dos produtos destinados ao usuário. No entanto se faz necessário um estudo aprofundado da cosmetologia como um todo. O presente artigo disponibiliza tópicos relevantes ao princípio básico da cosmetologia, abordando itens como sua definição, conhecimento básico da pele e suas estruturas, permeabilidade, formulações cosméticas, prescrição ideal do uso dos cosméticos e suas diversas finalidades. Diante disso, estimular o profissional da área da estética a conhecer, pesquisar e promover pesquisas nas diversas formas de atuação da cosmética, qualificando esse profissional a buscar um conhecimento com argumentação cientifica dotado de conhecimento não só da anatomia, fisiologia e cosmetologia além de recursos técnico estéticos que visa promover tratamentos específicos de qualidades para as diversas necessidades dos seus clientes/pacientes.

Palavras-chaves: Cosmetologia. Permeabilidade cutânea. Princípio Ativo.
Formulações. Estética.

ABSTRACT: Cosmetology is the science that studies the many different cosmetic products, from their preparation, commercialization and application. This development has been growing intensely, at increasingly accelerating rates
undergoing various transformations. Consumers are increasingly demanding, environmental laws tend to elicit advances never before imagined, and the country’s Ministry of Health, in turn, are creating legislation that pressure manufacturers to make clearer proofs of product efficacy intended for the user. However, an in-depth study of cosmetology as a whole is necessary. The present article provides topics relevant to the basic principle of cosmetology, addressing such items as their definition, basic knowledge of the skin and its structures, permeability, cosmetic formulations, ideal prescription of the use of cosmetics and its various purposes. Therefore, to induce the professional in the area of aesthetics to know, research and promote research in the various forms of cosmetic practice, qualifying this professional to seek a knowledge with scientific argument endowed with knowledge
not only of anatomy, physiology and cosmetology in addition to technical resources aesthetic treatments that aim to promote specific treatments of qualities for the diverse needs of their clients / patients.

Key-word:. Cosmetology. Skin permeability. Active principle. Formulations. Aesthetics.

1. INTRODUÇÃO

A Cosmetologia evoluiu muito nos últimos anos, por se tratar de uma área dinâmica e muito gratificante tanto para quem desenvolve e, também para quem usufrui. Seus benefícios são altamente valorizados pela mídia, à custa de altos investimentos financeiros, o que torna seu ponto de vista cientifico e não somente importante como de extrema necessidade para desvendar todos os reais benefícios das formulações cosméticas. Portanto a arte da preservação, melhoramento ou restauração da beleza do corpo humano, sendo responsável por tratar e criar uma
aparência com aspecto saudável, promovendo o retardamento ao aparecimento dos sinais de envelhecimento, mediante o tratamento cosmético especifico para cada tipo de pele (LEONARDI, 2008).
Segundo Gomes e Damazio (2013), os cosméticos fazem parte dos recursos de trabalho dos profissionais da área da estética e dermatologia e para ser bem empregado se faz necessário o estudo das ciências biológicas, como a histologia, fisiologia cutânea e anatomia. Os autores conceituam cosmetologia como sendo a ciência que estuda as formulações cosméticas e os produtos para higiene adequado ao tipo cutâneo, a fim de preservar a beleza e a saúde da pele e dos cabelos. Sendo a cosmetologia a ciência que estuda e ensina a preservação da estética e da beleza.
Por sua vez os cosméticos são preparações que irão agir na superfície da pele, sendo responsável por apresentar funções como higienização, hidratação, nutrição e retardo do envelhecimento cutâneo. Conforme a Resolução da Diretoria
Colegiada (RDC) 211/2005, da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), define que: Cosméticos são preparações construídas por substâncias naturais e ou sintéticas, de uso externo nas diversas partes do corpo humano, pele, sistema capilar, unhas, lábios, órgãos genitais externos, dentes e membranas das mucosas da cavidade oral, que tem por objetivo exclusivo ou principal de limpá-los, perfumálos, alterar sua aparência e ou corrigir odores corporais e ou protege-los e ou mantêlos em bom estado (OLIVEIRA et al.,2014).
O Brasil é hoje o terceiro maior mercado de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, atrás apenas dos Estados Unidos que esta em primeiro lugar e do Japão que se encontra em terceiro lugar. Sendo que no Brasil Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é o órgão responsável pela fiscalização e regulamentação das legislações sanitárias e autorização de comercialização dos artigos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes (PEREIRA, 2013).
Para Ribeiro (2010) cosmetologia é a ciência que estuda o cosmético indo de encontro desde a sua concepção até aplicação dos produtos elaborados. E afirma que entre esses dois extremos encontram-se pesquisas de novas matérias-primas, tecnologias, desenvolvimento de formulações, produção, comercialização, controle de qualidade, toxicologia, eficácia de produtos e matérias- primas, legislação junto aos órgãos sanitários, de empresas, produtos e processos. Sendo uma área de atividade multidisciplinar envolvendo conhecimentos de física, química, biologia e
outras áreas afins.
Diante disso, esse artigo tem como objetivo discutir a importância da cosmetologia na área da estética induzindo o profissional a conhecer, pesquisar e promover pesquisas nas diversas formas de atuação da cosmética, qualificando o profissional na buscar um conhecimento com argumentação cientifica dotado de conhecimento da anatomia, fisiologia e cosmetologia além de recursos técnicos estéticos visando promover tratamentos específicos e de qualidades para as diversas necessidades dos seus clientes/pacientes.

2. METODOLOGIA

Considerando o problema está pesquisa seguiu uma abordagem de forma qualitativa. O tipo dessa abordagem deve-se pela opção do consecutivo método descritivo e o material adquirido consistiu em descrições de pessoas, situações e fatos (GIL, 1999). No que tange aos objetivos, este é um estudo exploratório, cujos procedimentos técnicos, visam proporcionar maior familiaridade com o problema. E abrange análise de exame de registros, observações de acontecimentos ou qualquer outra técnica (ANDRADE, 2001).
Este trabalho trata-se de uma pesquisa bibliográfica e consiste em utilizar materiais já publicados em livros, artigos e periódicos. Todos eles realizados em bibliotecas públicas e em universidades. Além, dos acervos que fazem parte de catálogo coletivo das bibliotecas virtuais.

O presente trabalho tem como objetivo geral dissertar sobre a importância do conhecimento da cosmetologia para a área da estética.

3 REVISÃO DA LITERATURA

3.1 A Pele e sua permeabilidade

Segundo a legislação brasileira, os produtos cosméticos não devem ocasionar nenhuma alteração fisiológica nas células da pele. Porém, a população mundial está buscando utilizar, cada vez mais, não somente produtos que ocasionem prevenção, mas também recuperação dos sinais do envelhecimento, assim como das anomalias da secreção sebácea, e dos melanócitos. Sendo assim, hoje tem se falado na Cosmética Dermatológica, que mundo contemporâneo é desejável o domínio da fisiologia da pele e de seus anexos assim como o conhecimento dos
efeitos dos produtos tópicos na pele e sua permeabilidade cutânea. (LEONARDI,2008). Sendo o maior órgão do corpo humano a pele desempenha uma série de funções fundamentais que resultam de múltiplas reações químicas e físicas que ocorrem em seu interior, por sua vez os produtos cosméticos são muito importantes para função protetora e reparadora, como exemplo os filtros solares que a protegem contra as radiações UV e envelhecimento prematuro da mesma ( MICHALUN & MICHALUN, 2010).
Kede e Sabatovich (2009) definem a pele como sendo um órgão flexível e autor regenerativo que reveste e molda o corpo, atuando como uma barreira protetora que previne a penetração e irritantes e alérgicos do ambiente externo e que evita a perda de agua no organismo, mantendo a homeostase interna. Além de proteger fisicamente os órgãos internos. De acordo Baumann (2004), a pele é classificada em três camadas principais: a epiderme, a derme e o tecido subcutânea, cada uma possui características e funções específicas. Sendo a epiderme a camada mais superficial da pele a mais importante do ponto de vista cosmético devido sua textura e umidade.

Ver figura 1.1 – As camadas da pele.

Fonte: Aula de anatomia humana
https://www.auladeanatomia.com/novosite/sistemas/sistema-tegumentar/

Segundo Oliveira et al.,(2014), a permeabilidade cutânea é a capacidade que a pele possui de deixar passar pela epiderme, seletivamente determinadas substâncias em função de sua natureza bioquímica ou de determinados fatores.
Com isso um dos grandes desafios da indústria cosmética é formular produtos que consigam vencer essa barreira e sejam aproveitados nas camadas mais internas. Sendo as principais vias de entrada dos cosméticos na pele a Transepidermica onde o cosmético entra através dos espaços vazios entre as células e a Transanexial que
consiste a entrada do cosmético pelos orifícios pilossebáceos e folículo piloso.
Para Gomes e Damazio (2013), existem também os fatores que modificam a permeabilidade cutânea que irão facilitar ou interferir na aplicação dos cosméticos.
Dentre eles estão: Fatores Biológicos como a espessura da epiderme, idade e região anatômica; Fatores Fisiológicos que se dá através do fluxo sanguíneo e a hidratação da pele; Fatores Cosmetológicos devido a concentração, solubilidade, veículos e tempo de exposição do ativo cosmético na pele; E Fatores Físico-químicos como peso molecular, sustâncias iônicas, capacidade de difusão do ativo, temperaturas elevadas, alteração do pH e tipo de veículo.
Segundo Guirro e Guirro (2004) a utilização de um produto com aplicação tópica, deve-se considerar não apenas a concentração e as características farmacológicas dos princípios ativos, como também o tipo de veículo empregado, o perfil farmacológico do ativo, a interação desde com o veículo e a pele, o modo de aplicação e as variáveis biológicas e do meio ambiente. Com isso os principais pontos a se observar para absorção dos cosméticos são: Permeabilidade da pele (via de penetração); as várias fases da absorção; a assimilação cutânea das várias substâncias; os cosméticos e suas taxas de absorção e a seletividade e afinidade cutânea.
Oliveira et al.,(2014) caracteriza os procedimentos estéticos como facilitadores de uma maior a permeabilidade cutânea, sendo os principais e os mais destacados dentro da estética a higienização, esfoliação, tonificação, hidratação, massagens, limpeza de pele profunda, peelings, alteração do pH, iontoforese, cosméticos hiperemiantes, equipamentos de vapor e de alta frequência.

3.2 Formulações Cosméticas: Principais componentes de um produto cosmético

Na cosmetologia a definição de produto é também associada a formulações que são elaborados para uso tópico e quando utilizados adequadamente proporcionam resultados satisfatórios. Essas formulações cosméticas envolvem três partes fundamentais: Veiculo, Princípio ativo (PA) e Aditivo. Sendo essas substâncias formadas por componentes de origem vegetal, animal ou mineral podendo ser naturais ou sintéticas (GOMES & DAMAZIO, 2013).
Rabello (2004) define os veículos cosméticos como sendo a maior parte da formulação responsável por determinar a forma física do cosmético. Essa natureza físico-química do veículo utilizado influenciará na estabilidade dos princípios ativos como forma de liberação, facilidade de aplicação e duração da ação desse cosmético na pele. Sendo que os veículos cosméticos encontram-se disponíveis nas formas de emulsões, géis, líquidos, pós e vetoriais.

Borges (2010) define princípio ativo como sendo substâncias químicas ou biológicas de origem sintéticas ou naturais que atuam sobre as células teciduais de diversas formas tendo efeito farmacológico ou cosmético. O princípio ativo será responsável por promover ações específicas sobre a célula em diversas formas como hidratação, nutrição, cicatrização, revitalização, entre outros.
Os aditivos são definidos como substâncias que complementam as formulações cosméticas e que contribuem para o marketing e aumento do seu tempo de vida útil. Dentre os utilizados temos os corantes e pigmentos, fragrâncias e os conservantes.
Além de possuírem os produtos de correção em que são considerados matériasprimas que ajustam ou corrigem as características da formulação dentre eles destacam-se o corretor de pH, espessante, emulsionante, umectante, emoliente e sequestrante ou quelante ( OLIVEIRA,et al., 2014).
Gomes e Damazio (2013) lista como sendo os principais tipos de cosméticos produzidos pelas indústrias, o sabão, sabonetes ou leite de limpeza, demaquilantes, esfoliantes, loção tônica, cremes, géis, emulsões e máscaras. Além de considerar também as argilas, os óleos essências e as águas termais, devido as suas propriedades terapêuticas que são oriundas de substancias extraídas direto da natureza e que contribuem para a manutenção, equilíbrio e harmonia da pele e proporcionando bem – estar e beleza.

3.3 Utilizações dos cosméticos

Para Rabello (2004) a pele precisa se manter com uma aparência saudável e para que isso ocorra se faz necessário hábitos de limpeza diários cuja finalidade é retirar células mortas de seu estrato córneo além do fator proteção contra agentes externos. Com isso os produtos cosméticos destinam-se a várias finalidades entre elas: higienizar, tonificar, hidratar, nutrir e proteger.
Segundo Borges (2010) os tratamentos da pele e dos cabelos requerem além de conhecimento da ciência da cosmetologia, um bom-senso na aplicação e prática desses estudos. Deve-se antes de tudo analisar cada situação, cada cliente, classificar o tipo de pele ou cabelo além de reconhecer as patologias e objetivar os resultados, considerando os seguintes aspectos:

• A escolha do cosmético ideal desse sempre levar em conta a idade e as condições da pele

• Os tratamentos domiciliares são de fundamental importância e devem complementar o tratamento clinico.
• Os cosméticos não devem irritar a pele e devem ser inodoras.
• Os produtos indicados para limpeza devem conter em suas formulações grandes quantidade de substancias emoliente
• As loções tônicas são produtos que agem na superfície da pele promovendo uma vasoconstrição e ajustando o pH fisiológico e usados de acordo com especificação de cada fabricante.
• As máscaras devem possuir secagem lenta, a fim de possibilitar a absorção dos ativos por difusão.
• Os esfoliantes devem promover a esfoliação da pele de uma forma lenta gradativa e sem causar irritação.
• O tratamento com ácidos deve sempre ser efetuado com concentrações gradativas, mantendo o controle de tempo a cada aumento de concentração ácida.
• Intercalar tratamentos ácidos com hidratação e nutrição evita risco de condicionamento da pele além de proporcionar resultados mais satisfatórios.

3.4 Sugestões de produtos cosméticos de acordo com os biótipos cutâneos

De acordo com Gomes e Damazio (2014), a orientação ao cliente/paciente deve ser a mais clara possível, reforçando a necessidade do compromisso com a manutenção da pele. Pois por melhor que seja um produto cosmético, não fara efeito se não for utilizado de maneira correta respeitando a fisiologia e o biótipo cutâneo.
O quadro 01 abaixo mostra como utilizar os produtos cosméticos de acordo com o tipo de pele e seus ativos correspondentes.

Fonte: Oliveira et al.,(2014); Ribeiro (2010), Souza&Junior (2009).

4 CONCLUSÃO

Em vista dos argumentos apresentados na revisão de literatura deste artigo, conclui-se que os cosméticos fazem parte dos recursos de trabalho dos profissionais da área da estética. Cabe a este profissional o conhecimento necessário na cosmetologia estética e tudo que se destina para que o mesmo possa atuar de forma precisa na elaboração de seus tratamentos.

A indústria cosmética coloca à disposição uma grande quantidade de produtos de altíssima qualidade e eficácia comprovada. Caso o profissional queira optar por fazer uso de fórmulas manipuladas, este deve requerer por uma prescrição médica específica para o cliente que for utilizar a formulação.  Sendo assim cabem ao profissional esteticista somente a orientação e indicação dessas fórmulas cabendo ao médico e ao farmacêutico a prescrição e manipulação.

O domínio obtido na área da cosmetologia ao profissional da Estética deve-se ao fato desse saber pesquisar, interpretar, entender o assunto para possa utilizar de forma correta os ativos respeitando a fisiologia e o biótipo de cada pele. Mediante isso o sucesso de qualquer proposta de tratamento, seja ele clínico ou estético dependerá da disciplina por parte do cliente/paciente, do conhecimento e da orientação dado pelo profissional.

Portanto cabe ao profissional da área buscar o conhecimento para orientar corretamente seus clientes/pacientes de forma consciente e precisa. Lembrando que é vedada ao profissional esteticista a prescrição e manipulação de formulações cosméticas.

REFERÊNCIAS

ANDRADE, Maria Margarida. Como preparar trabalhos para cursos de pósgraduação: Noções Práticas. 4ª Ed. São Paulo: Editora Atlas, 2001.

BAUMANN, Leslie. Dermatologia Cosmética – Principios e Prática. Rio de Janeiro. Editora Revinter, 2004.

BORGES, Fábio dos Santos. Dermato-Funcional: Modalidades terapêuticas nas disfunções estéticas. 2ª Ed. São Paulo: Editora Phorte, 2010.

Disponível em : https://www.auladeanatomia.com/novosite/sistemas/sistemategumentar/ . Acesso em 21/05/2018.

GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5ª ed. São Paulo. Editora Atlas,1999.

GOMES, Rosaline Kelly; DAMAZIO, Marlene Gabriel. Cosmetologia:

Descomplicando os princípios ativos. 4ª Ed. São Paulo: Editora LMP, 2013.

GUIRRO, Elaine; GUIRRO, Rinaldo. Fisioterapia Dermato-Funcional:

Fundamentos, recursos, patologias.  3ª Ed. Renovada e ampliada. São Paulo: Editora Manole, 2004.

KADE, V. Maria Paulina; SABATOVICH, Oleg. Dermatologia Estética. 2ª Ed. rev. e ampl. São Paulo : Editora Atheneu, 2009.

LEONARDI, Gislaine Ricci. Cosmetologia Aplicada. 2ª Ed. São Paulo: Editora Santa Isabel, 2008.

MICHALUN, Natalia; MICHALUN, M. Virinia. Dicionário de ingredientes para cosmética e cuidados da pele. São Paulo: Editora Senac, 2010.

OLIVEIRA, Andrea L; PEREZ, Erika; BINHAME, Janaina; VASCONCELOS, Maria Goreti. Curso Didático de Estética. 2ª Ed. São Caetano do Sul – SP: Editora Yendis, 2014.

PEREIRA, Maria de Fátima Lima. Cosmetologia. 1ª Ed. São Paulo: Editora Difusão, 2013.

RABELLO, Tereza. Guia de produtos cosméticos. 7ª Ed. São Paulo: Editora Senac, 2004.

RIBEIRO, Claudio. Cosmetologia aplicada a dermoestetica. 2ª Ed. São Paulo: Editora Pharmabooks, 2010.

SOUZA, Valéria Maria; JUNIOR, Daniel Antunes. Ativos Dermatólogicos: Guia de ativos dermatológicos utilizados na farmácia de manipulação para médicos e farmacêuticos. Vol. 1 a 4. rev. e ampl. São Paulo: Editora Pharmabooks, 2009.

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