A INFLUÊNCIA DO COLÁGENO E ELASTINA NO ENVELHECIMENTO CUTÂNEO
A INFLUÊNCIA DO COLÁGENO E ELASTINA NO ENVELHECIMENTO CUTÂNEO

Edileuza de Freitas M. de Mendonça¹

Auxiliadora Kenia de Oliveira Alves²

  ¹Orientadora desta pesquisa: Doutora em Ciência da Educação.

 ²Acadêmica:Pós Graduanda em Estética Capilar, Facial e Corpora Habilitação Clínica e Docência.

 

RESUMO: o envelhecimento cutâneo é o envelhecimento da pele que envolvevários fatores e transformações que agem na pele desde a desidratação até marcas de expressão ou rugas. O tecido cutâneo com o avanço da idade vai perdendo a força e a elasticidade das fibras, manifestações que surgem em consequência da perca do colágeno e elastina, que são componentes fundamentais do tecido conjuntivo. É um processo incessante que resulta de fatores intrínseco e extrínseco. Nesta fase as pessoas, sofrem redução de autoestima, uma vez que a pele é referenciada como reflexo do corpo. À medida que envelhecemos os fibroblastos diminui sua produção de proteínas, trazendo á pele uma aparência indesejável. Os radicais livres em excesso são os principais estimuladores no envelhecimento precoce, e por isso os antioxidantes, substâncias redutoras da oxigenação são de grande importância, uma vez que sintetiza a produção de radicais livres. Nesta pesquisa também foi citado parágrafos significativos sobre a glicação, que é um processo que influencia bastante nas mudanças das estruturas de sustentação da pele pela glicose, cujo mecanismo contribui para o antecipado envelhecimento. O método aplicado neste trabalho é de revisão bibliográfica qualitativa, explorativa, onde as buscas são em bancos de dados nacionais, livros e outros. Esse trabalho tem como objetivo analisar a influência do colágeno e elastina no envelhecimento cutâneo, a fim de compreender melhor os seus processos fisiológicos para conscientizar a população de que através dos conhecimentos poderão alcançar um envelhecer agradável e com mais entusiasmo.

Palavras chave: colágeno. Elastina. Envelhecimento cutâneo.

 

1 INTRODUÇÃO

 Ao longo dos anos os estudiosos pesquisam uma forma de compreender o envelhecimento cutâneo. Com o passar dos anos, surgem às mudanças que o tempo traz, conforme o modo de vida que cada pessoa escolhe. Desde que nascemos inicia-se o envelhecimento, e depende de cada um para que o mesmo ocorra de forma normal, ou acelerada.

Segundo Bento (2015) a pele é o órgão que protege todo o corpo, pela característica de interagir entre o organismo e o meio externo, executa atividades de proteção, sensibilidades e equilíbrio corporal. A exposição contínua da pele às substâncias causadoras de oxidação endógenas e ambientais são os que geram o estresse oxidativo, sendo apontado como o principal meio do envelhecimento cutâneo.

De acordo com Vieira (2007) o envelhecimento cutâneo abrange vários fatores e teorias que procuram explicar radicais livres, envelhecimento intrínseco e extrínseco.

Este estudo tem a relevância de mostrar para sociedade a necessidade de conhecer a influência do colágeno e elastina no envelhecimento cutâneo, explicar sobre a síntese dessas proteínas no organismo para o desempenho no combate ao envelhecimento.

O impacto causado nas pessoas em fase de envelhecimento traz uma maior redução da autoestima, uma vez que surgem as linhas de expressões, rugas, flacidez, pele sem brilho e desidratada e muitas vezes aspecto amarelado que trazem preocupação e desconforto para as mesmas. (SANTOS, 2012).

Segundo Pujo (2011) é de fundamental importância os antioxidantes na prevenção do envelhecimento, entre os quais estão as Vitaminas C e E, cujas funções principais são de neutralizarem os radicais livres. Estas vitaminas fazem ligações com o colágeno reforçando o tecido elástico da pele. Outra forma de prevenir é ingerir muita água e aplicar aos procedimentos estéticos.

Essas observações obtidas nas pesquisas contribuirão para reflexão e conscientização dos leitores que buscam inovações e pretendem envelhecer com qualidade de vida.

Esta pesquisa buscou compreender os processos fisiológicos do envelhecimento cutâneo e ainda analisar as atividades do colágeno e elastina, descrevendo sua produção por meio dos fibroblastos estudando quais as estratégias disponíveis para retardar o envelhecimento cutâneo.

O presente trabalho objetivou analisar através de pesquisas bibliográficas, a influência do colágeno e elastina no envelhecimento cutâneo, visando ampliar as discussões acerca do tema contribuindo para futuras realizações na área.

Segundo Azulay (2013) a pele humana, apresenta 15% do seu peso do corpo e é um órgão que cobre e define o organismo, defendendo e atuando com o ambiente externo. Sua força e elasticidade estabelecem a sua maleabilidade. E de maneira fundamental e dinamismo este órgão revela modificações estáveis, sendo suprido de enorme competência que renova e repara um nível definido e impermeável.

Este autor relata as características da pele de uma maneira simples, esclarecendo que a mesma possui qualidades específicas e importantes para nosso corpo.

Segundo Pandolfo (2010), a pele é também o reflexo corporal, pois responde quando a pessoa está exausta, com alimentação irregular, alto nível de estresse. Por esta razão, quando a pele não recebe devidos cuidados, um dos resultados é o envelhecimento precoce.

Para Ribeiro (2010) a derme é a camada da pele que possui elasticidade e está desligada pela membrana basal funcional e estrutural, sendo formada por um tipo de gel que preserva proteínas da matriz extracelular, como o colágeno e a elastina, pois rugas e flacidez são reações do envelhecimento na derme. O autor explica sobre a segunda camada da pele e suas funções.

Conforme Piazza (2011) o envelhecimento é esperado e ocorre desde o momento em que nascemos, mas só depois dos 30 anos de idade faz-se mais visível este desenvolvimento, pois é neste tempo que o organismo vai reduzindo a competência das células de realizar ou prover energia o bastante para o corpo, pois cada pessoa envelhecerá conforme o modo de vida que escolheu. O autor ressalva que nesta fase as células mais comuns do tecido conjuntivo que são os fibroblastos, cuja função é produzir colágeno e elastina, vão perdendo suas atividades e se tornam desorganizadas prejudicando a síntese destas proteínas. Quando o autor fala sobre idade e sinais do envelhecimento, ele mostra que o tempo modifica as ações do organismo, mas que depende da maneira a qual a pessoa vive.

Envelhecimento Intrínseco

Nas palavras de Rebello (2010) o envelhecimento intrínseco pode ser qualificado como algo natural que com o passar dos tempos deixa o corpo como um todo fraco em suas atividades habituais, e com isto as pessoas ficam expostas aos distúrbios. A autora aqui citada explica o envelhecimento de dentro para fora.

Envelhecimento extrínseco

O envelhecimento extrínseco é causado principalmente pela exposição do corpo ao sol, pois a ação acumulada pela radiação ultravioleta traz consequências maléficas sobre a pele. Este envelhecimento inicia-se aos 25 anos, e é o principal responsável pelo envelhecimento cutâneo, pois sua ação é durável, e traz muitos sinais desagradáveis à pele, como flacidez e rugas. (GOMES, 2009). Este autor esclareceu sobre este tipo de envelhecimento, elementos causadores e suas consequências.

Colágeno

Prestes (2013) afirma que o colágeno é uma proteína formada por fibras numerosas no organismo animal, apresenta cerca de 30% na proteína do corpo, tem atividades importantes no corpo humano como de preservar as células fortes e ligadas. Uma observação feita pelo autor é que essa proteína age especificamente em cada órgão, exemplo: nos tendões as fibras se encontram enlaçadas formando camadas dobráveis na pele. Geralmente, esta proteína comporta em torno de 12% de prolina, 30% de glicina, 11% de alanina, 10% de hidroxiprolina, 1% de hidroxilisina e outros aminoácidos em menores números.

Nos dias atuais, o colágeno é aproveitado para nomear uma família de pelo menos 27 proteínas de formas distintas de que se encontram no tecido conjuntivo em grande parte do corpo, como nos tendões, cartilagens, ossos, veias, pele, e músculos. Existem muitos tipos de colágenos, porém podem ser observados os seguintes tipos: I, III, IV, V, VI XII e XIV, sendo que o I e III se relacionam mais com a pele e ainda se encontra em quantidades maiores. (PRESTES, 2013).

O colágeno tem uma relação muito forte com o envelhecimento cutâneo, pois tem uma elasticidade elevada contribuindo assim com a pele. Desta forma a perda do colágeno pelo organismo é predominante no envelhecimento cutâneo, pois o corpo perde 1% desta proteína ao ano. (GONÇALVES, G. R. et al., 2015; AZULAY, 2013; MACIEL & OLIVEIRA, 2011).

È classificado em estriado (fibroso), (formador de rede), microfibrilar (filamentoso) e associado ás fibrilas. A unidade básica do colágeno é o tropocolágeno que é formado por três cadeias de polipeptídeos que se entrelaçam em formato helicoidal formando uma molécula linear com 180nm de comprimento, 1,4 a 1,5nm de largura e massa molar de 360.000Da. (PRESTES, 2013, p.65).

Elastina

É a proteína que responsabiliza pela elasticidade e suavidade da pele. Na pele envelhecida, a elastina é dividida, espessa, e indissolúvel, constituída também pelos aminoácidos: glicina, valina, alanina e prolina, que são gerados pelos fibroblastos. A pele sem elasticidade, quando se faz uma prega no orbicular dos olhos, demora mais para a mesma voltar ao normal. É a união do colágeno e elastina que reconhece a potência e extensibilidade, isto é uma pele quando esticada, pois quando solta ela volta ao seu aspecto original. (PUJOL, 2011).

A ausência de fibras reticulares, de colágeno e de elastina que são suportes que responsabilizam pela flexibilidade e equilíbrio e preservação da pele, expõe a pele a um estado flácido e com vincos, os quais são particularidades inesperadas do momento de envelhecer. (MACIEL & OLIVEIRA, 2011).

Segundo Araújo (2015) existe um autocontrole entre a síntese e a destruição dos elementos que compõem a matriz extracelular¹ (MEC) na pele que envelheceu. A desagregação do colágeno da MEC na derme modifica o equilíbrio homeostático do colágeno, por incentivar na atividade das células que produzem colágenos que se submeteu aos prejuízos, causados pelos elementos que se relacionam com os desgastes do corpo.

As fibras colágenas que não sofreram danos são numerosas e ordenadas na pele jovem de 20 a 30 anos. Em divergência a pele que sofreu envelhecimento, maior que 80 anos as fibras de colágeno são reduzidas aos fragmentos e fora de ordem (ARAÚJO, 2015).

As rugas são determinadas como vincos ou dobras relativas á pele que se destaca progressivamente pela declinação da ligação dermoepidermica. As mesmas surgem mais frequentemente nas regiões como: terço médio da face, nasal, orbital, mento, bucal, cervical e malar (BRAGATO; FORNAZARI; DEON,2013). As rugas aparecem por causa da perca da flexibilidade, resultado da redução das fibras elásticas, e do enrijecimento do colágeno e da redução das atividades do tecido conjuntivo, ausência de oxigênio nos tecidos, estimulando á desidratação em excesso da pele. (TESTON; NARDINO; PIVATO, 2010).

 

Classificação das rugas.

As rugas superficiais e profundas são as classificadas de maneira clínica, sendo que as superficiais são aquelas que somem com o alongamento diferenciando das profundas, que tem modificações quando a pele é estendida. (KEDE; SABATOVICH, 2009).

Conforme Bagatin (2009), os telômeros 2-5 são pares de bases repetidas de DNA (ácido desoxirribonucleico), que ocorre de forma natural nas partes finais dos cromossomos, que não se replicam nas mitoses e sofrem encurtamentos, e assim o envelhecimento cutâneo acontece com a ruptura dos mesmos, veja na (figura 6).

 

Radicais livres

Hirata (2004), afirma que o conceito de Denham Barman no ano de 1956 diz que o envelhecimento são consequências da perda provocadas por radicais livres, referenciou-se na análise de que a irradiação em seres vivos induzia criação de radicais livres, os mesmos reduziam os anos de vida desses seres e geravam modificações parecidas ao envelhecimento. Assim o autor relata que sem pressa, o processo de prejuízos das células que não são reversíveis faz chegar ao envelhecimento, e por conta dos radicais livres o organismo envelhece mais rápido.

Radicais livres são substâncias nocivas que tem número ímpar de elétrons, em sua camada final de energia, por isso inclina-se em unir a outras moléculas para preparar ou deixar firme esta última camada. Ao se preocupar em ficarem firmes, esses tiram elétrons de outras células, prejudicando-as. (HIRATA, 2004).

Deste modo, os radicais livres oxigenam quase todas as células em volta e ao desempenhar essa atividade, as células que sofreram ataques se transformam em recentes radicais livres, que se direcionam a agredir recentes células, modificando seu modo de funcionar. (CANCELA, 2007).

O acúmulo de radicais livres no organismo humano é defendido por antioxidantes que são formados pelo corpo ou consumidos pela dieta. No momento em que acontece um desequilíbrio no meio da formação de radicais livres e sistema de proteção antioxidante, aparece o conhecido estresse oxidativo. (OLIVEIRA. et al. 2011).

Para Botto (2015) os principais estimuladores do envelhecimento cutâneo são os radicais livres, os quais são produzidos no interior das células através da exposição aos raios ultravioleta, estresse, fumo e poluição, considera-se que estes radicais incentivam um estresse oxidativo nas células que por sua vez causa perda do colágeno e também o excesso de elastina, cuja proteína forma uma fibra mais espessa, pois a mesma é uma particularidade do fotoenvelhecimento da pele,

 

Estresse oxidativo

 

Para Pereira (2013) o estresse oxidativo é uma passagem normal do organismo que produz radical livre (ROS), mas que, quando está em desequilíbrio e dentro da competência antioxidante do organismo, é anulada espontaneamente decorrente a proteção das células. O autor revela que os radicais livres perde sua força quando os antioxidantes entram em ação.

Conforme Pandolfo (2010, p.18), também é uma grave vilã para o envelhecimento, pois através das pesquisas a respeito da glicação das proteínas, observou-se que todas as moléculas de glicose podem existir de forma circular ou linear e quanto mais houver consumo de açúcar e amido, mais glicose terá no sangue. O açúcar que adere a proteína torna as células rígidas e sem função, principalmente as de colágenos. A maneira de preparar os alimentos também influencia no acúmulo do processo de glicação, pois quando o alimento é frito, dourado, queimado, escurecido, sob altas temperaturas e calor seco, ocorre um aumento da fabricação das AGES exógenas.

Glicação

Ruiz (2011) declara que a transformação do suporte de proteção da pele pela glicose é chamada de glicação. Uma maneira fácil de entender esse processo é porque os açúcares que são ingeridos em excesso são conduzidos pelo sangue e alojam nas células de colágenos e elastina, estimulando o enrijecimento e quebra nas fibras, ficam desorganizadas originando a caramelização.

De acordo com Bento (2015) a glicação é também um retorno provocado por ações de uma enzima que acontece no meio das proteínas e glicose, fabricando produtos que finalizam a glicação avançada. Com o envelhecimento estes produtos se juntam e auxiliam na velocidade do processo do envelhecimento da pele causado pela exposição solar adiantando a morte celular programada.

Antioxidantes

Antioxidantes são substâncias que prorrogam e impedem de forma significante a oxidação, por isto um meio confiável de impedir a formação de radicais livres, é aplicar o uso de vitaminas como A, C, E, pois as mesmas combatem os efeitos destes radicais impedindo os de qualquer ação. Porém só isto não resolve se não agregar outros hábitos como:  uso de cosméticos, evitar exposição excessiva ao sol, usar protetor solar diariamente, dormir bem, ter equilíbrio na alimentação, ingerir muita água, praticar exercícios físicos com prudência e outros. (SANTOS, 2013).

Conforme Lorencini, et al. (2014 ) Os suplementos alimentares que contém antioxidantes são indispensáveis, na prevenção do estresse oxidativo e danos no DNA, pois com o avanço da idade as células da epiderme sofrem redução de sua competência antioxidante.

Conforme Ganceviciene, et al. (2012),outros antioxidantes de grande valor nutricional, que paralisam os radicais livres e retardam o envelhecimento cutâneo são os carotenóides, e oligoelementos/micronutrientes como: cobre selénio, zinco, e outros existentes que também diminuem as concentrações de peróxido, ferro com o propósito de produzir menos ROS por meio do metabolismo de lipídios, ácidos gordos e colesterol. Estes autores alertam aos leitores que existem muitos antioxidantes e que são importantes para o retardamento do envelhecimento.

Efeitos da vitamina c na síntese de colágeno e elastina

A vitamina C desempenha diversas atividades no organismo, tem ação maior como fator antienvelhecimento atuando como antioxidante por permanecer de forma direta unida a produção de colágeno, atuando como um cofator na hidroxilação da prolina e lisil-hidroxilase, enzimas que se responsabiliza por equilibrar e criar ligação entre fibras de colágeno. A ingestão correta da vitamina é de suma importância, pois sua ação é de prevenir a quantidade excessiva de radicais livres no organismo, auxiliando assim no combate ao envelhecimento prematuro dos tecidos, além de estar de maneira direta unida a síntese do colágeno, que atribui elasticidade à pele. (DRAELOS, et al.; 2009). Os autores relatam sobre a importância desses antioxidantes e ainda afirmam existirem outros.

2 METODOLOGIA

 Trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica qualitativa, explorativa, onde foram selecionados artigos científicos que abordam conceitos sobre colágeno, elastina e envelhecimento cutâneo.

 Assim, durante os estudos foi enfocada a relação entre esses tópicos no levantamento. O período desta pesquisa ocorreu desde o mês de outubro de 2015 á janeiro de 2016, tendo como palavras chaves: envelhecimento cutâneo colágeno e elastina.

 Desta forma utilizaram-se artigos científicos encontrados em bancos de dados virtuais como: Lilacs, Scielo, Google Acadêmico, livros, jornais, revistas e outros.

3 DISCUSSÃO

Os autores que relataram sobre a pele e suas características enfatizando as opiniões semelhantes foram cinco sendo eles: Pandolfo (2010), Ribeiro (2010), Santos, (2012). Azulay (2013); Bento (2015);

No envelhecimento cutâneo os autores que tiveram afinidade sobre o assunto foram: Vieira (2007); Bagatin (2009); Gomes (2009); Rebello (2010); Piazza (2011). Sobre teorias dos radicais livres, e estresse oxidativo os quatro autores relataram de formas idênticas: Hirata, et al., (2004); Cancela (2007); Oliveira, et al., (2011); Pereira (2011) e Botto (2015).

 Os autores que se referiram sobre rugas, e concordaram com a mesma classificação foram eles: Kede&Sabatovich, (2009); (Teston; Nardino; Pivato 2010).

 Sobre glicação os autores que relataram foram: Pandolfo (2010); Ruiz (2011) e Bento (2015), concordam que é uma mudança do suporte de sustentação da pele pela glicose e causam prejuízos ás fibras e ás células. Sobre esse assunto concordam três autores.

 Maciel & Oliveira (2011); Prestes (2013); Araújo (2015); Gonçalves et al.,(2015); interpretaram os estudos do colágeno de forma semelhantes.

 As citações feitas por Draeloset al. (2009); Pujo (2011); Ganceviciene et al., (2012); Bragato (2013) e Lorencine et al.,(2014), sustentam que os antioxidantes são os elementos que retardam o envelhecimento e que o ácido ascórbico, conhecido como Vitamina C é um antioxidante eficaz. Portanto foram 27 autores citados.

 

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Durante este estudo foi possível analisar através das pesquisas bibliográficas os processos fisiológicos do envelhecimento cutâneo e a influência do colágeno e a elastina sobre o mesmo. O envelhecer acontece na vida de todas as pessoas, não tendo como fugir, o melhor é se adequar aos bons hábitos.

Segundo os artigos estudados essas duas proteínas são de total importância uma vez que sua produção aumenta com a junção de alimentos antioxidantes na dieta, pois estes combatem os radicais livres no envelhecimento cutâneo.

Além desses, á prática de exercícios físicos, horas adequadas de sono, ingestão de muita água, evitando excesso de sol, usando protetor solar diariamente, dedicando à alimentação saudável e aos suplementos de colágeno e elastina, e sem esquecer-se dos cosméticos e tratamentos estéticos, pois todas estas coisas associadas fazem toda á diferença e pode retardar o envelhecimento, aumentando a autoestima e proporcionando uma vida melhor.

 

5 AGRADECIMENTOS

Agradeço a Deus, pois se não fosse por Ele nada eu teria conquistado. Ao meu esposo Natalino Alves, que me suportou e apoiou em todos os momentos de estresse, a minha Irmã Luzia Divina de Oliveira que com carinho e orações esteve ao meu lado, a minha orientadora Edileuza de Freitas Miranda que me orientou com muita dedicação, minha colega Coracy Torquato que comigo trocou informações. E jamais me esqueceria de agradecer as professoras Luciana Lara e Lorena Caleman, por acreditarem em mim e tirarem as minhas dúvidas. Obrigada e que Deus abençoe a todos!

 

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFIA.

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IMAGEM: www.google.com.br

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