OS EFEITOS DA ARGILOTERAPIA NO COURO CABELUDO NO TRATAMENTO DA OLEOSIDADE
OS EFEITOS DA ARGILOTERAPIA NO COURO CABELUDO NO TRATAMENTO DA OLEOSIDADE

OS EFEITOS DA ARGILOTERAPIA NO COURO CABELUDO NO TRATAMENTO DA OLEOSIDADE

THE EFFECTS OF ARGILOTERAPIA IN SCALP TREATMENT OILINESS

 

 

Leonardo Bisinotto¹

Adriana Aparecida Ribeiro²

¹ Especialista em Tricologia, Beleza e Docência. Orientador da pesquisa

² Pós-graduanda em Estética Capilar, Facial e Corporal- Habilitação clinica e docência – FACLIONS/EUROAMÉRICA

 

RESUMO: Atualmente, muitos homens e mulheres buscam as clínicas de estética para garantir a saúde e a beleza dos cabelos. Esse aumento fez com que o mercado cosmético desenvolvesse novos tratamentos para solucionar problemas capilares. Diante disso, pretende-se averiguar os efeitos da argiloterapia no tratamento da oleosidade no couro cabeludo. Pois, compreende-se que uma alteração nessa área está diretamente ligada à produção de sebo pelas glândulas sebáceas. Por ser assim, este estudo tem como objetivo obter um maior conhecimento sobre o couro cabeludo, sua fisiologia e sua estrutura.  Para tanto, realiza-se uma revisão bibliográfica sobre argila, suas características e propriedades nos tratamentos capilares, em especial, na oleosidade do couro cabeludo.

Palavras-chave: Argila. Couro Cabeludo. Oleosidade.

 

ABSTRACT: In today's society men and women are in a frantic search for beauty clinics to ensure the health and beauty of hair. This increase has made the cosmetic market to develop new treatments to address these hair problems. This work aims to understand the effects of argiloterapia scalp in the treatment of oiliness. A change in the scalp that is directly linked to production of sebum by the sebaceous glands. Article theme intended to offer greater insight into the scalp, their physiology and structure. Thus will a literature on clay, its characteristics and properties in hair treatments, especially in the oiliness of the scalp.

 

Keywords: Clay. Scalp. Oiliness.

 

 

1 INTRODUÇÃO

Verifica-se que o conceito de beleza muda em função da ideologia da sociedade a qual o homem está inserido, entretanto, a busca para melhorar a aparência parece ser algo que está na essência o ser humano, pois há registros antigos que demonstram técnicas e usos de produtos naturais para melhorar a imagem.

Na atualidade não é diferente, pois as transformações sociais e as necessidades do homem em relação à estética e a aparência enchem clínicas especializadas em todos os tipos de tratamentos estéticos, em especial, aos procedimentos relacionados à pele e capilares. Okamotto (2011, p. 05) confirma tal tese, quando afirma que, “no mundo atual cuidar do corpo deixou de ser considerada atividade supérflua e virou uma questão de saúde que gera emprego, renda e divisas ao Brasil, além de elevar a autoestima” (ABIHPEC, 2010).

Diante desse cenário, este estudo tem como objetivo verificar os efeitos da argiloterapia no couro cabeludo no tratamento da oleosidade. Para tanto, busca-se o aporte teórico em uma pesquisa bibliográfica.

Argila é o resultado de alterações de rochas ígneas, metamórficas e sedimentares. Modificações causadas pela ação química da água, gases de enxofre e o intemperismo (GEREMIAS, 2003). O uso desse material na área da beleza e em terapia, mas também sua eficácia são historicamente comprovados em muitos estudos, principalmente, pelos egípcios e gregos. Esses povos utilizavam na pele, como meio de refrescá-la e assim melhorar a sua aparência. O produto logo passou a ser usado como máscara facial para prevenir as agressões do sol (LOPES, 2014).

A argila tem em sua composição filossilicatos de alumínio hidratados, em alguns casos, podem ser substituídos por magnésio ou ferro, pode conter também em menor quantidade titânio, cobre, zinco, alumínio, cálcio, potássio, níquel, manganês, lítio e o sódio (ANDRADE, 2009).Para compreender esse produto e suas propriedades, mas também sua contribuição tanto para a medicina quanto para a indústria cosmética, Dornelas e Martins (2013),definem em dois grupos: primárias e secundárias. As primeiras se formam a partir de processos distintos, um ligado a decomposição do solo por ações físico-químicas e a outra em decorrência da sedimentação de partículas transportadas pelas chuvas e ventos em uma forma mais pastosa (secundárias).

Compreende-se que, a argila nem sempre foi utilizada somente para fins estéticos. Inicialmente, suas propriedades medicinais eram utilizadas por médicos, romanos, gregos e árabes. Nos dias de hoje, há um aproveitamento desse material de maneira mais intensificada nos produtos com princípios ativos naturais (AMORIM, 2012).

A argiloterapia é o nome atribuído ao uso da terra para combater as enfermidades. Constitui-se em uma das mais importantes técnicas naturais, pode ser utilizada para auxiliar no tratamento ou para prevenir o surgimento de determinada patologia, assegura de Limas (2014). Recorre-se a tal técnica, pois a argila apresenta excelentes resultados em tratamento da pele, devido sua atuação clareadora e cicatrizante, assinaladas por Gonçalves (2012). Sobretudo por sua ação absorvente de oleosidade e propiciar um aspecto sempre saudável à pele.

A argila tem eficácia também para tratar acnes, pois atua de modo profundo, com uma ação tonificante, adstringente, hidratante e cicatrizante. Sua indicação está ligada aos novos tratamentos cutâneos que reduzem as agressões, associada a uma técnica que bloqueia a proliferação das bactérias patogênicas e dos micróbios. Ela favorece a cicatrização decorrente do estímulo da multiplicação das células sãs, suas propriedades terapêuticas tratam a desintoxicação e regeneração dos tecidos. Além disso, é utilizada como máscara com a finalidade de esfoliar, renovar e fortalecer o couro cabeludo, bem como para reduzir a oleosidade. Tem ação cicatrizante e suavizante, absorvente, antisséptica, adstringente, possui o pH próximo ao da pele(WICHROWSKI, 2007).Pondera Medeiros mais algumas ações e efeitos da argila.

 

O estímulo provocado pela argila no tecido dérmico é capaz de produzir efeitos de mobilização de resíduos metabólicos do espaço intersticial, remoção de resíduos externos sobre a pele, resíduos de glândulas sudoríparas e sebáceas, além de aumentar a nutrição tópica e, consequentemente, a resistência a agentes patógenos (MEDEIROS, 2007).

 

Há vários tipos de argila e cada uma apresenta uma finalidade específica. Cada tipo tem uma composição de minerais diferentes. Essas diferenças conferem às argilas diversas colorações, propriedades e aplicações. Dentre elas, a argila verde é uma das mais utilizadas para os cuidados com o corpo. Por possuir diversos componentes, ter muitas propriedades benéficas à saúde. Dessa forma, torna-se fundamental conhecer cada tipo de argila para o tratamento ser adequado (ANDRADE, 2009).

A indicação da argila verde também se justifica por ter a maior diversidade de elementos, como óxido de ferro associado a magnésio, cálcio, potássio, manganês, fósforo, zinco, alumínio, silício, cobre, selênio cobalto e molibdênio. A sua coloração se deve, principalmente à presença do óxido de ferro ligado aos outros componentes (WICHROWSKI, 2007).

Destaca-se também que, a argila tem pH neutro, ação adstringente, tonificante e remineralizante. A presença do ferro tem papel importante na respiração celular e na transferência de elétrons, por isso deixa a pele hidratada, revitalizada, mas também firme. O silício, presente nela, tem papel fundamental na reconstituição dos tecidos cutâneos e na defesa do tecido, pois apresenta propriedades conjuntivas. Além disso, possui ação cicatrizante, regeneradora, por isso auxilia na redução de inflamações(FERRARI, 2012).

Compreende-se que, nos procedimentos da argila aplicada no corpo, pode apresentar propriedades terapêuticas, alívio de dores musculares, devido a suas propriedades analgésicas e anti-inflamatórias. Além disso, atua na circulação sanguínea e no alívio de dores abdominais, mas também na queima de gordura localizada, diminuição das celulites e redução de medidas. Quando aplicada em regiões com estrias, ela pode suavizar a aparência delas. Para os cabelos, a máscara capilar com a argila verde é indicada para cabelos normais ou oleosos, pois ajuda a absorver a oleosidade do couro cabeludo, sobretudo, demonstra bons resultados nos tratamentos anticaspa e antisseborreico, isso ocorre por ser desintoxicante e adstringente (GONÇALVES, 2012).

O couro cabeludo é um revestimento contínuo, suave e resistente. Recorre-se a abordagem de Souza (2012) para compreender a anatomia e estrutura da pele, bem como do couro cabeludo. Esse autor aponta uma descrição detalhada sobre pele, suas estruturas e características em cada região do corpo humano.

O revestimento do segmento cefálico é formado por estruturas anatômicas definidas e distintas entre si, contempla Souza (2012). Esse revestimento se divide em partes moles, representadas por couro cabeludo (área pilosa), fronte (área glabra) e suas respectivas camadas, tecidos ósseos, representados pela calota craniana.

As partes moles do segmento cefálico são responsáveis pela cobertura e proteção da estrutura óssea. Elas são divididas em cinco camadas anatômicas distintas: pele, tecido subcutâneo, gálea, tecido areolar frouxo e pericrânio. Souza (2012) ressalta-se também que, a fronte é a região anterior do crânio dos vertebrados e se estende, no homem, do ponto onde nascem os cabelos até o supercílio.

A pele é formada pela epiderme, derme e pela presença dos anexos cutâneos, como folículos pilosos e glândulas sebáceas, semelhantes a outras regiões do organismo. No couro cabeludo, há maior presença de folículos pilosos e maior espessura da derme, quando comparado a outras regiões do corpo(SOUZA, 2012).

O couro cabeludo é uma pele que precisa ser cuidada como todas as outras partes do corpo humano. Orientação importante, pois algumas infecções podem se tornar um grande incômodo na vida das pessoas que não cuidam de aspectos simples quanto à higiene dos cabelos e ao uso inadequado de xampus ou derivados químicos. Caso ocorra alguma doença, há determinados tipos de tratamentos para o controle ou até mesmo a cura dessas patologias dentre eles cita-se a argiloterapia, uma terapia que tem como base a argila. Uma indicação pertinente devido a sua ação regeneradora no couro cabeludo (PEYREFITTE, 1998).

 As alterações, como caspa, dermatite seborreica e a seborreia causam desconforto nas pessoas que sofrem com essas disfunções por vários fatores que alteram e influenciam diretamente a autoestima, pois interferem na aparência, ou seja, na estética pessoal de cada indivíduo, principalmente, quando são mais evidentes nas regiões das sobrancelhas, joelhos, cotovelos e rosto (PEYREFITTE, 1998).

A caspa, segundo Gomes (1999), trata-se de uma descamação fina, esbranquiçada e difusa no couro cabeludo. Não causa danos físicos, como dores, entretanto sua presença provoca desconforto em situações de aglomeração de pessoas, pois, caem sobre as roupas, com isso o indivíduo pode ficar desconfortável.

A seborreia é a produção em excesso de sebo. Wichrowski(2007) afirma que, normalmente essa afecção ocorre pelas alterações hormonais, alimentares, emocionais, climáticas, como também pela falta de higienização do cabelo.Apesar de mais complexa trata-se de uma dermatose extremamente comum, crônica, que ocorre em áreas ricas em glândulas sebáceas, como o couro cabeludo, face e tronco.Um tratamento possível para tratar essa patologia pode estar diretamente ligado ao uso da argila, uma vez que tem propriedades que atuam na oleosidade do couro cabeludo(WICHROWSKI, 2007).

O sistema endócrino é o responsável pela regulação de todas as funções do organismo. Os hormônios representam a forma de controle químico, que comanda órgãos e funções orgânicas. Eles têm as mais variadas atividades: regulação da taxa metabólica, dos níveis de substâncias no sangue, das funções reprodutoras, do crescimento e do desenvolvimento em geral. Qualquer variação de dosagem hormonal no sangue pode levar as alterações funcionais de vários tipos, chamadas de disfunções endócrinas (AGACHE,1994).

As glândulas do corpo humano fazem parte o sistema endócrino juntamente com o exócrino. Agache (1994) mostra que, as glândulas que constituem o sistema exócrino são: salivares, sudoríparas, lacrimais, mamárias sebáceas. Essas são responsáveis pela proteção, flexibilidade e lubrificação da pele. As glândulas sebáceas, espalhadas pelo corpo, liberam o sebo (gordura), uma substância oleosa presente em grande parte no rosto e no couro cabeludo. Por esse motivo, os cabelos ficam oleosos quando uma pessoa fica muitos dias sem lavá-los.

 

2 METODOLOGIA

Para esta pesquisa foi realizada uma revisão bibliográfica, que em sua execução teve as seguintes etapas: levantamento do quadro teórico em artigos retirados de diversos tipos de fontes, como livros, bases virtuais como Scielo, revista eletrônica, Google Acadêmico, visita à biblioteca da Cambury e pesquisa na biblioteca da EuroAmérica em busca de aporte teórico sobre o tema em questão.Para tanto, utiliza-se as palavras-chaves: argila, couro cabeludo e oleosidade.

Os critérios de inclusão dos artigos na pesquisa bibliográfica foram publicações recentes que abordam o tema de forma clara e bem articulada.Para realizá-la foram necessários encontros com orientador, a fim de organizar as referências bibliográficas, resumos de artigos, redação, revisão do português e entrega.

 

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Verifica-se na literatura pesquisada que, os tratamentos com a argila ganham maior espaço tanto em terapias quanto em cosméticos, uma vez que consiste em um produto natural que age como um peelingno couro cabeludo.

Os estudos sobre a argila demonstram que sua ação depende da coloração que ela apresenta, ou seja, existe uma cor para cada tratamento, esse dado precisa ser respeitado, devido as muitas propriedades e benefícios desse produto não só para o cabelo, mas também para outras partes do corpo.

Verifica-se também a relevância da argila, pois as pessoas buscam procedimentos que não afetem a sua saúde, por isso recorrem a produtos naturais. Diante disso, a aplicação da argila e suas tantas funções terapêuticas possibilitam a construção de novos tratamentos na área de estética, sobretudo, ao inovar procedimentos relacionados aos produtos naturais.

Verifica-se na literatura estudada que, os efeitos da argila no couro cabeludo estão diretamente associados ao tratamento da oleosidade, dessa forma, com a aplicação correta pode-se obter resultados excelentes, pois elimina as células mortas, remove as impurezas e tem o poder de ativar a circulação sanguínea. Essa patologia está relacionada aos aspectos de higienização correta dos cabelos, mas também ocorre por disfunções do sistema endócrino, com um agravante, traz desconforto às pessoas que sofrem com tal problema.

 Ressalta-se ainda, apesar de reconhecer as propriedades terapêuticas da argila, torna-se fundamental conhecer a anatomia do couro cabeludo e a estrutura da pele para melhor propor a aplicação correta do produto e/ou administrar o tratamento adequado. Ela deve ser aplicada respeitando as variações de cor. No tratamento da oleosidade indica-se a argila verde devido as suas características e propriedades que são auxiliares nesse tipo de procedimento.

Na literatura estudada a argila verde apresenta bons resultados para tratar a oleosidade do cabelo e no tratamento da seborreia.

 

4 CONCLUSÃO

Este estudo verifica alguns problemas no couro cabeludo, como caspa e seborreia. São incômodos que constrangem o indivíduo, entretanto há formas naturais e acessíveis para tratar essas patologias.

Vislumbra-se na literatura formas para tratar caspa, oleosidade e seborreia. Dentre elas, este estudo investiga o uso da argila. Uma opção muito utilizada nas clínicas de estética, devido ao seu grande valor terapêutico, por ser menos agressivo, mas também por se tratar de um produto natural.

 A oleosidade é um problema que afeta muitas pessoas e pode estar ligada a muitos fatores. Neste estudo, busca-se formas de tratá-la com a argiloterapia. Pois, a argila pode ser complementar nos tratamentos da oleosidade, por sua composição, propriedade e suas tantas variações.

A eficácia da argiloterapia no tratamento para a saúde dos cabelos deve ser associada a uma higiene adequada, a escolha dos produtos utilizados,como cremes, mas também a temperatura da água.A máscara de argila tem ação tonificante e pode desintoxicar a região. Além disso, hidrata profundamente os fios e deixa-os naturalmente saudável.

Esta pesquisa se pauta na abordagem geral sobre as variações da argila, seu histórico, os tratamentos e algumas patologias tratáveis com este produto. Com isso, este estudo contribui para a ampliação de dados e informações relacionadas à argiloterapia e sua utilização, ao oferecer informações sobre as novas técnicas que afloram dentro dos segmentos que utilizam a argila tanto na prevenção de doenças quanto em alguns tratamentos simples.

Ressalta-se ainda a pertinência deste estudo no campo da estética e pelas constantes transformações da sociedade, pois as inovações são necessárias, sobretudo, por ter discernimento que os novos tratamentos agregam conceitos importantes que mudam o comportamento das pessoas que utilizam esses tratamentos e dos profissionais que devem ser receptivo a produtos novos que propiciam tratamentos positivos.

O estudo aponta a necessidade de mais pesquisa na área, uma vez que há pouca produção científica sobre o tema. Por isso vislumbra-se a pertinência de realizar estudos de casos para comprovar a eficácia do produto no tratamento capilar, mas também corporal, em homens e mulheres de idades variadas. Instiga investigar ainda, a eficiência do produto quando associado a outras técnicas como a massagem e/ou aparelhos de eletroterapia para redução de medidas.

 

5 REFERÊNCIAS

 

  1. ABIHPEC 2010. Disponível www.abihpec.org. br/anuarioabihpec_2010.

 

  1. AGACHE. P. Epiderme, glândulas, sistema endócrino, pelas sebáceas e sudoríparas. Manual de Cosmetodologia dermatológica. 2. ed. São Paulo: Andrei, 1994.  

 

  1. ANDRADE, Maria Lopes de. Argiloterapia. 2. ed. São Paulo: Editora: Ltda 2009.

 

  1. DORNELLAS, Eliane; MARTINS: Geoterapia. Sheila. O poder das argilas. 1ª Edição. São Paulo, 2013.

 

 

  1. FERRARI, Ivy Gagliardi. Tratamento da acne do tipo não inflamatória com argila verde, 2012.

 

  1. GEREMIAS, Márcio Luiz. Caracterização das argilas da bacia do Paraná, no sul de Santa Catarina, para uso na fabricação de pisos cerâmicos. 2003. 225 f. Tese (Doutorado) - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003.

 

  1. GONÇALVES, Larissa Helena Vieira. Avaliação dos efeitos da argila branca no clareamento das efélides, 2012.

 

 

  1. GOMES. Luís G. Tecnologia cosmética no trabalho do profissional cabeleireiro, São Paulo: Editora SENAC, 1999.

 

  1. LIMAS, J.R.; et: uma nova. al.A argiloterapia alternativa para tratamentos contra seborreia, dermatite seborreica e caspa. UNIVALI, Florianópolis, 2014.

 

  1. LIMAS, Jaqueline Rosa; Rosimari Duarte. A argiloterapia: uma nova alternativa para tratamentos contra seborreia, dermatite seborreica e caspa. UNIVALI, Florianópolis, 2014.

 

  1. LOPES, Lara Fernanda de Morais. Argilas medicinais: potencial simbólico e propriedades terapêuticas das argilas em suas diversas cores, 2014. Núcleo GRA – Geoterapia, Reflexologia e Acupuntura.

 

 

  1. MEDEIROS, G. M. S. O poder da argila medicinal: princípios teóricos, procedimentos terapêuticos e relatos de experiências clínicas. Blumenau: Nova Letra, 2013.

 

  1. PEYREFITTE, G.; MARTINI, M. C.; CHIVOT, M. Cosmetologia: biologia geral e biologia da pele. São Paulo: Andrei, 1998.

 

  1. SOUZA, V.M. de; ANTUNES JÚNIOR, D. Ativos dermatológicos.  Guia de ativos dermatológicos utilizados na farmácia de manipulação para médicos e farmacêuticos. V. 1 a 4.  Revisado e ampliado. São Paulo: Pharmabooks, 2012.

 

  1. WICHROWSKI L. Terapia Capilar: uma abordagem complementar. Porto Alegre: Alcance, 2007.

 

 

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